r/Valiria 2h ago

Arte Jon Snow (por mim)

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"Kill the boy and let the man be born"

Arte feita por mim, tentei imaginar sem muitas referências da série, seguindo ao máximo as descrições dadas nos livros como constituição magra, rosto jovem e longo, cabelo castanho escuro e olhos acinzentados


r/Valiria 22m ago

A longa noite: um inverno vulcânico? – Parte 2

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No tópico anterior, eu propus que a longa noite foi um inverno vulcânico, mas sem falar do que poderia tê-la causado do ponto de vista mágico. Neste, eu vou tentar descrever uma possível influência para os eventos mágicos das Crônicas e como eles levaram à longa noite.

***

Falar da magia das Crônicas é difícil porque George se recusa a dar maiores explicações sobre como ela funciona: quais são os limites, o que ela pode fazer, se ela é permanente ou precisa ser “renovada” de tempos em tempos, etc. Para ele, é suficiente que um ato mágico cause espanto, admiração, que seja irreprimível e incontrolável, enquanto transmita ao leitor uma sensação de possibilidade e veracidade.

Há alguns anos, ele disse que o título da série veio de um poema (Fire and Ice) de Robert Frost, que fala que o mundo seria destruído por gelo (ódio) ou fogo (paixão). Supostamente, a inspiração de Frost foi A Divina Comédia, o épico que narra a jornada de Dante Alighieri no Mundo Inferior, domínio de Hades, o deus dos mortos na mitologia grega.

O ato mais famoso de Hades foi o rapto de sua sobrinha Perséfone, que deu origem às estações: depois do sumiço de sua filha, Deméter (deusa da agricultura), negligencia seus deveres e diz que a vida só floresceria quando tivesse Perséfone de volta. E depois de Hélio (o sol) dedurar Hades, Zeus não teve escolha a não ser obrigá-lo a devolver Perséfone; antes de partir, ela ingeriu algumas sementes de romã (há quem diga que Hades a enganou, há quem diga que Perséfone quis ficar com ele e ela ajudou Hades a forjar o rapto para tirar Deméter do pé deles), o que exigiria que ela tivesse que voltar ao Mundo Inferior. No tempo que ela passa lá, o inverno começa, mas quando ela volta para a companhia da mãe, a primavera chega. Moral da história: não mexa com a mãe natureza. (Antes de eu esquecer: essa história é tão evocativa do rapto (“rapto”?) de Lyanna, mais ainda porque o filho dela foi “morto” por um cara chamado de Velha Romã, um fruto que simbolizava o ciclo de vida e morte.)

Apesar de respeitado e adorado, Hades também era muito temido e os gregos evitavam chamar sua atenção (vai que ele estava de mau humor?). Ainda assim, vez ou outra, um herói invadia o Mundo Inferior para pedir que Hades deixasse um ente querido voltar ao mundo dos vivos. Um deles foi Orfeu, filho de Apolo e Calíope. Tendo herdado os dons artísticos de seus pais, ele era um exímio tocador de lira (e/ou harpa, depende de quem você perguntar... Oi, Rhaegar!) e conseguiu tocar uma música tão comovente que convenceu o tio Hades a libertar a alma de sua esposa, Eurídice, com o aviso que Orfeu devia guiá-la de volta ao mundo superior sem olhar para trás. Orfeu obedeceu, até que se distraiu: Eurídice foi puxada de volta para o mundo dos mortos, daquela vez, para ficar.

Os antigos gregos acreditavam que Orfeu foi o fundador do orfismo, um culto baseado na adoração a Dionísio (de quem o próprio Orfeu era considerado uma reencarnação). Segundo os seguidores do culto, os humanos tinham uma natureza dualística: seus corpos vinham dos Titãs (através de suas mortes pelas mãos de Zeus, vingando o assassinato de Dionísio) e suas almas de Éter, o deus da criação, que deu o nome ao quinto elemento (vocês se lembram deles: fogo, água, terra e ar), também chamado de quintessência. Os adoradores de Éter acreditavam que o deus permeava todo o plano existencial e desfez a desordem do Caos para que o Universo emergisse.

Como a magia da série parece ter uma “base” elemental, este é o caminho que eu vou seguir.

Éter/quintessência também era o ar puro que os deuses respiravam; contínuo, ele existia em todos os lugares, em todos os tempos, sem amarras, indomável, imprevisível, incontível... que é exatamente o que Martin pretende que sua magia seja. Assim, para o propósito deste tópico, a magia da série é o mesmo que éter/quintessência.

Do Éter, fumigação: açafrão

Ó alto teto de Zeus, com eterna força indestrutível,

parte das estrelas, do sol e da lua,

a tudo subjuga, ignívomo, uma centelha em todos os seres,

altivisível Éter, melhor elemento do cosmo;

ó rebento esplêndido, luzidio, fulgente d'estrelas, (5)

invoco-te e suplico que sejas temperado e sereno.

(Tradução de Rafael Brunhara, 2012)

Éter/magia é tão transcendente que rompe as barreiras do divino para se misturar aos mortais e acender neles a chama da vida. A lenda de Azor Ahai parece uma transposição disso, pois tem a alma (a centelha) de Nissa Nissa como uma fonte de calor absorvida pela Luminífera, com a qual AA vence a longa noite; AA é, de certa forma, o último herói de Asshai. Localizada numa região que também parece ter sofrido um evento climático causado por magia (mas tão na antiguidade a ponto de ser pré-histórico), esta cidade fica na boca do Estreito de Açafrão, o tempero que:

  1. Era usado pelos adoradores de Éter em seu ritual de purificação
  2. É extraído da flor que Perséfone estava colhendo quando Hades a abduziu
  3. Simbolizava a dor que um deus (Hermes, enviado ao Mundo Inferior para levar Perséfone de volta ao Olimpo) sentiu ao perder seu amor para a morte (Crocus, transformado na flor que dá origem ao açafrão).

Os antigos gregos acreditavam que a quintessência ligava os deuses aos mortais, pois, como dito, o éter rompia essa barreira entre o divino e o mundano. Para simplificar as coisas, eu proponho que o que os personagens consideram deuses seja, na verdade, magia (ou, talvez, antigos praticantes de magia adorados como deuses: parece ser o caso dos deuses antigos, como visto no ritual para vincular Bran ao represeiro). Também sugiro que o uso de magia não tem um efeito efêmero, mas duradouro e multiplicador, em função de sua natureza eterna e indestrutível; o máximo que se pode fazer é enfraquecê-la, jamais aniquilá-la.

Isto dito, apesar de eu ter focado em vulcões (porque eu acho que uma erupção vulcânica gigantesca causou o inverno vulcânico que caracteriza a longa noite), todos os elementos da natureza sofrem os efeitos de magia, pois ela altera seu funcionamento, talvez até apressando algum evento climático que já estava prestes a acontecer naturalmente.

Além disso, eu também suspeito que um ato mágico acaba alimentando o outro, gerando uma espécie de bola de neve: quando ela atinge a barreira ao final do morro, ela explode, dispersando seus componentes por todo lado — assim como os vulcões e piroclastos. Desta forma, a longa noite não foi causada pela aparição dos Outros, a queda de uma pedra escrota do céu, o congelamento do Roine, o/a [complete o espaço em branco], mas de uma confluência de eventos mágicos anteriores dos quais a longa noite se tornou a consequência.

Talvez a longa noite (e cenários semelhantes, como a Perdição) pudesse ter sido evitada, se os praticantes de magia tivessem sido mais cuidadosos e evitado praticar magia de sangue, a mais potente forma de magia. Os livros são cheios de diálogos aconselhando cautela, remetendo ao aviso que Hades dá a Orfeu e é ignorado num momento de descuido: 

— Não é questão de ouro ou cavalos. Isto é magia de sangue, senhora. Só a morte pode pagar a vida.

[...]

— É preciso sair. Quando eu começar a cantar, ninguém deve entrar nesta tenda. A canção acordará poderes antigos e escuros. Os mortos dançarão aqui esta noite. Nenhum vivente deve vê-los. (A Guerra dos Tronos, Daenerys IX, cap. 64)

— [...] Gorghan de Velha Ghis escreveu um dia que uma profecia é como uma mulher traiçoeira. Mete o seu membro na boca, você geme de prazer e pensa, “que maravilha, que agradável, que bom isto é”... E então seus dentes se fecham e seus gemidos se transformam em gritos. É essa a natureza da profecia, Gorghan disse. A profecia sempre arranca seu pau a dentada — mascou durante algum tempo. — Mesmo assim... (O Festim dos Corvos, Samwell V, cap. 45)

 

— Certa vez, Dalla me disse uma coisa. A irmã de Val, esposa de Mance Rayder. Ela disse que a feitiçaria era uma espada sem cabo. Não há jeito seguro de pegá-la.

— Uma mulher sábia. — Melisandre se levantou, sua túnica vermelha movendo-se ao vento. — Mas uma espada sem cabo ainda é uma espada, e uma espada é uma coisa boa quando os inimigos estão por aí. [...] (A Dança dos Dragões, Jon VI, cap. 28)

Tradução: não precisa de muito para transformar uma centelha numa fogueira e uma fogueira num incêndio. No caso da longa noite, a criação dos Outros foi a gota d’água, o último grande ato de magia de uma série de eventos que a precederam e possibilitaram. 

Em História Antinatural, Barth sugere que praticantes de magia capturaram wyrms de fogo e os cruzaram com serpes para produzir dragões, criaturas mágicas que cospem fogo (como os wyrms) e detêm a forma física das serpes: “fogo feito carne” (A Fúria dos Reis, Daenerys II, cap. 27), de acordo com Quaithe. Como Martin diz que Barth acertou muitas coisas, eu suspeito que a criação dos dragões seja uma delas e a criação dos Outros ocorreu do mesmo jeito, mas com o elemento água (conferindo poderes sobre o gelo) e um prisioneiro dos primeiros homens (dando forma). 

Se algum período mais prolongado de tempo se passou entre a criação e a rebelião dos Outros, eu não posso dizer, apesar de suspeitar que sim. Os primeiros homens perturbaram a magia ao libertar as almas dos videntes verdes ligados aos represeiros, os filhos fizeram o mesmo ao quebrar o Braço de Dorne e produzir o Martelo das Águas e, por fim, os Outros começaram a criar wights. Eu suspeito que o inverno vulcânico que caracterizou a longa noite e o elemento surpresa os convenceram que podiam se livrar dos filhos da floresta e dos primeiros homens, uma vez que o plano dos filhos sempre foi destruí-los (já que obsidiana é a única fraqueza conhecida deles). 

Ideias?


r/Valiria 1d ago

Arte Jon Snow (por Ayan @aydahare)

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r/Valiria 23h ago

Série Em entrevista ao site GoldDerby, Alan Taylor confirma que originalmente ela iria dirigir o nono episódio da segunda temporada de House of the Dragon. Após a redução para oito episódios, ficou decidido que ele iria dirigir o quarto episódio (Batalha do Pouso de Gralhas).

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goldderby.com
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r/Valiria 1d ago

Humor Toda vez que o edd doloroso aparece, fico assim:

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r/Valiria 1d ago

Humor Walder Frey no dia mais moderado

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r/Valiria 2d ago

Arte Vhagar e Arrax (arte minha)

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r/Valiria 2d ago

Assuntos do sub Leremos Catelyn IX no discord daqui a pouco

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Convite do server: https://discord.gg/hddTpJt4


r/Valiria 2d ago

Livros Acabei de ler o capítulo que o Sam passa o facão no white walker e...

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(Livro 3, spoilers?)

PQP meus amigos, que sequência de capítulos fantástica!

Começa o livro com o POV do Chett, termina com eles soando 3 vezes indicando "outros". Depois tem o capitulo do John, que o mance raider descobre o acampamento abandonado da patrulha e questiona ele por ter mentido sobre a quantidade de gente na expedição.

Por fim chegamos no capitulo do Sam, onde ele relata a batalha e a fuga, está quase ficando pra trás na neve, mas um camarada ajuda ele, junto com o Grenn. Por fim esse camarada que carregou ele nos ombros morre nas mãos do white walker, e o Sam toma coragem e mete-le a facada de dragonglass

ABSOLUTE LITERATURE! O veião GRRM escreve muito, PQP.

Boa sexta meu povo!


r/Valiria 3d ago

Fandom A Volta dos que Não Foram

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Oi, gente. Vim aqui avisar que a minha coluna de análise d'As Crônicas de Gelo e Fogo vai retornar de seu hiato!

O meu mestrado está na reta final e mês que vem, maio de 2025, eu defendo a dissertação. Então, se os deuses, novos e antigos, permitirem, em julho (ou mais tardar, agosto) a Beterryaba Leitora retornará para terminar as análises dos capítulos restantes de A Fúria dos Reis e dar início à análise de A Tormenta de Espadas!

Então, até o retorno da coluna!


r/Valiria 3d ago

Livros Neste dia há 10 anos (03/04/2015)... em entrevista para a EW, George R.R. Martin disse que queria terminar The Winds of Winter antes da sexta temporada de Game of Thrones, e que havia planejado uma nova reviravolta que não poderia ocorrer na série de TV por causa de certas decisões criativas tomadas

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ew.com
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r/Valiria 3d ago

Arte Bonifer Hasty

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r/Valiria 3d ago

Quinta Tully Hoster queria que Tywin substituísse Jaime como noivo na proposta de casamento com Lysa?

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Antes da Rebelião de Robert, Tywin quis casar Jaime com Lysa. O Senhor do Rochedo, quando era Mão, chegou a convidar Hoster Tully para Porto Real, a fim de discutir o dote - gesto que deve ter irritado o rei louco.

Quando Aerys atrapalhou o plano indicando Jaime para a Guarda Real, Lannister recorreu a medidas desesperadas para manter o acerto com os Tully, como ele informa a Tyrion:

– Antigamente tive esperança de casar seu irmão com Lysa Tully, mas Aerys nomeou-o para a sua Guarda Real antes de os preparativos estarem concluídos. Quando sugeri ao Lorde Hoster que Lysa poderia se casar com você em vez de Jaime, ele respondeu que queria um homem inteiro para a filha.
(ASOS, Tyrion III)

Eu nunca havia pensando que essas palavras poderiam ter um segundo significado. Assim como Jon Arryn, Tywin era um grande senhor viúvo, porém muito mais jovem e poderoso. Hoster poderia ter sido sutil, justamente por ter consciência da resistência do Mão do Rei em se casar novamente.

De fato, George já revelou que Tywin nunca quis casar novamente, mesmo que diversas oportunidades tenham surgido ao longo dos anos:

: Por último, por que Lorde Tywin nunca se casou de novo depois que a esposa morreu? Ele certamente teve inúmeras oportunidades de fazê-lo, não é? Obrigado.

GRRM: Talvez ele não quisesse.

(SSM 1083, 13/05/2000, tradução de Gelo & Fogo)

Mesmo com irmãos à disposição (Tygett e Gerion), a negociação encerrou-se com o oferecimento de Tyrion, o que pode indicar que Hoster só teria interesse no ramo primogênito da Casa Lannister.

O que acham?


r/Valiria 3d ago

Livros Daemon Blackfyre

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O que vocês acham de Daemon Blackfyre? Estudando a fundo o universo das crônicas, eu acho que as rebeliões Blackfyre é o período mais interessante da história recente de westeros (considerando a partir do desembarque). Porém, o lado vitorioso, o de Daeron II, parece ter sido o lado "que contou a história", e não vejo uma motivação grande para a rebelião ter ocorrido do lado Blackfyre, já que Daeron até entregou títulos e terras aos recém formados legítimos de Aegon IV.

Enfim, vocês acham que Daemon apenas foi seduzido pelos simpatizantes de seu pai a ir a guerra ou o seu casamento negado a princesa Daenerys teria o feito levantar o estandarte? Ou algo a mais? Eu particularmente acredito que Daemon tinha seus princípios além da luxúria, já que ele morreu pela honra e até se tornou cavaleiro prematuramente por ela. Não imagino ele erguendo uma rebelião enorme apenas por capricho de ser o próximo rei.

art: Marc Simonetti


r/Valiria 3d ago

Arte Voltando a dar uma atenção pros dragões 🙏🏼 (arte minha)

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r/Valiria 4d ago

Arte "O Duende" (arte minha)

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r/Valiria 3d ago

Fandom Canções de Gelo & Fogo #32: Capítulos Divulgados de Os Ventos de Inverno – Barristan

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r/Valiria 3d ago

Quarta de Ventos do Inverno Para a trama, Goiva é tão importante em Vilavelha quanto Samwell (pode até ser mais importante)

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Todos sabemos que não há tempo o suficiente para Samwell forjar uma corrente. Em outro post, investiguei por que Samwell foi para Vilavelha se não há tempo para que ele se torne meistre sem chegar a nenhuma conclusão categórica. Nunca antes havia pensado que a viagem de Sam serviu, em verdade, para que Goiva fosse para Vilavelha.

Goiva é uma mulher que nunca havia visto um lago na vida. Sam suspeita que ela nunca tenha se afastado mais do que uma légua de casa. Por ter 16 anos em Fúria dos Reis, Goiva só conheceu o verão na vida. Então é uma pessoa jovem que está vendo tudo pela primeira vez.

No entanto, a rotina e a cultura na Fortaleza de Craster são diferenciadas, mesmo para os padrões dos Selvagens. Seu pai-marido em nenhum momento ter um estranho fervor religioso, que envolve sacrificar os filhos para os Caminhantes Brancos. Como Goiva tem diversas irmãs mais jovens e ela mesma já esteve grávida de Craster por muito tempo antes de fugir, deve ter ouvido falar muito sobre o que acontece (quiçá presenciado).

Em resumo, Goiva conhece o que os Outros têm feito durante o verão, e por ser um peixe fora d'água na Cidadela poderia ter interpretações inéditas sobre coisas aparentemente banais.

Por outro lado, há muitas perguntas sem resposta sobre a própria Goiva (por exemplo, quem era o pai de Craster e por que o sangue da família é "negro" e tem uma "maldição pesada" nele).


r/Valiria 4d ago

GRRM falando Not a Blog: "A Scottish Worldcon"

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George R.R. Martin finalmente volta a escrever um novo post sobre a viagem a Europa que ele fez em 2024.


r/Valiria 4d ago

Livros Neste dia há 10 anos... George R.R. Martin disponibilizou "Alayne I", o primeiro capítulo de Sansa Stark em "The Winds of Winter".

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r/Valiria 5d ago

Arte Tyrion (arte minha/incompleto)

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Aproveitando um tempinho livre da faculdade pra desenhar kkk


r/Valiria 5d ago

Avisos do Sub Quadro de regras do Valíria

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REGRAS

  1. Cuidado com off-topic.

  2. Obedeça a Política de Spoiler.

  3. Tenha tato ao falar de violência sexual.

  4. Coloque o flair adequado em seu post. (Regra temporariamente inválida)

  5. Seja civilizado.

  6. Não repita tópicos de vazamentos.

  7. Coloque crédito e fontes nas artes.


r/Valiria 5d ago

Terça de Perguntas Pergunte Qualquer Coisa (Vol. 283)

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r/Valiria 5d ago

Vida de GRRM Não me surpreenderia se fosse revelado que esse bar é a mentira de GRRM desse ano pro Primeiro de Abril

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r/Valiria 6d ago

Noticia/Rumor Ryan Condal comenta a treta com George R.R. Martin: "Fiz todo o esforço para incluir George no processo de adaptação. Realmente fiz. Mas em algum momento, conforme nos aprofundamos na estrada, ele simplesmente se tornou relutante em reconhecer as questões práticas em questão de uma forma razoável."

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