Trata-se de "re-investir" as mais valias..
Em vez de pagarem IRC, "re-investem" em "despesas de representação" (férias). Automóveis para, "uso da empresa" (um para a mulher, um para o filho e outro para a cunhada). Imóveis, máquinas, tratores (mesmo que fiquem vazios ou na garagem, ou sejam vendidos a preço de amigo (para o amigo que, com um bocado de sorte, "trabalha" numa CM ou numa JF, num pelouro com acesso a facilitar certos "processos" e ajudar a desbloquear inconvenientes ao "investimento").
A conclusão que eu tiro é que Portugal é um país onde as "aspas" são lei.
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u/Still-Wonder-1169 Jul 16 '24
essa conversa do investimento e tal claro que existe , mas numa fase muito inicial .
Essa conversa vai durar durante os 30 anos de existência da empresa ?
Isto é a justificação para em alguns casos as mais valias do "empresário" serem 50x maiores que a de um funcionário ?